Acabar com a proporcionalidade!
Construir a unidade dos lutadores! Derrotar os “sindicalistas” ligados a
direção da empresa e ao governo!
No último período vemos um endurecimento da direção da empresa contra os trabalhadores, que se reflete em sobre carga de trabalho, MP 532, sucateamento do plano de saúde e um aumento significativo da pressão por parte dos chefes. O episódio mais recente foi a convocação para domingo, sem descanso na semana. Hoje a empresa se sente mais “à vontade” para nos atacar porque encontra pouca resistência.
Em nossa opinião pelo fato do sindicato funcionar através da proporcionalidade ele não consegue responder de forma contundente aos ataques impostos pela direção da empresa. Assim, não consegue responder, não porque não existem sindicalistas combativos no sindicato, mas porque através da proporcionalidade não se conseguiu construir coesão entre seus membros. Hoje a proporcionalidade possibilita que parte dos diretores do sindicato sejam ligados diretamente a direção da empresa. Com isso, em temas centrais o sindicado acaba não tendo uma posição firme, passando insegurança para o conjunto da categoria, fazendo que parte do sindicato queira defender a luta e a outra a direção da empresa e o governo.
Às vezes temos a impressão que só existem no sindicato meia dúzia, que carregam o piano nas costas, porém o Sintect tem direito a 21 liberados sindicais. A Greve foi um exemplo categórico. A direção não atuou de conjunto. Não teve carro de som nas unidades e visitas permanentes. Com isso o setor de sindicalistas ligados a direção da empresa vem crescendo, comendo pelas beiradas. É uma situação muito confortável para a direção da empresa. Estão por dentro do sindicato sabotando nossa luta. Por isso que os sindicalistas do MPT (grupo que dirige a empresa e é ligado a Dilma) defendem a proporcionalidade. Não querem perder seu espaço dentro do sindicato, independente da quantidade de votos que façam.
Defendemos o fim da proporcionalidade porque acreditamos que a unidade dos lutadores irá derrotar esse setor que é contra a luta. Só assim poderemos construir um sindicato coeso, composto dos melhores ativistas da categoria, podendo de fato enfrentar os ataques da ECT e do governo Dilma. O futuro do sindicato depende da participação massiva da categoria, pois está em suas mãos o poder de decisão de como o sindicato funcionará. Ou terá a próxima gestão unitária e de Luta ou terá uma gestão fragmentada com pelegos nela. A decisão está em suas mãos.
No último período vemos um endurecimento da direção da empresa contra os trabalhadores, que se reflete em sobre carga de trabalho, MP 532, sucateamento do plano de saúde e um aumento significativo da pressão por parte dos chefes. O episódio mais recente foi a convocação para domingo, sem descanso na semana. Hoje a empresa se sente mais “à vontade” para nos atacar porque encontra pouca resistência.
Em nossa opinião pelo fato do sindicato funcionar através da proporcionalidade ele não consegue responder de forma contundente aos ataques impostos pela direção da empresa. Assim, não consegue responder, não porque não existem sindicalistas combativos no sindicato, mas porque através da proporcionalidade não se conseguiu construir coesão entre seus membros. Hoje a proporcionalidade possibilita que parte dos diretores do sindicato sejam ligados diretamente a direção da empresa. Com isso, em temas centrais o sindicado acaba não tendo uma posição firme, passando insegurança para o conjunto da categoria, fazendo que parte do sindicato queira defender a luta e a outra a direção da empresa e o governo.
Às vezes temos a impressão que só existem no sindicato meia dúzia, que carregam o piano nas costas, porém o Sintect tem direito a 21 liberados sindicais. A Greve foi um exemplo categórico. A direção não atuou de conjunto. Não teve carro de som nas unidades e visitas permanentes. Com isso o setor de sindicalistas ligados a direção da empresa vem crescendo, comendo pelas beiradas. É uma situação muito confortável para a direção da empresa. Estão por dentro do sindicato sabotando nossa luta. Por isso que os sindicalistas do MPT (grupo que dirige a empresa e é ligado a Dilma) defendem a proporcionalidade. Não querem perder seu espaço dentro do sindicato, independente da quantidade de votos que façam.
Defendemos o fim da proporcionalidade porque acreditamos que a unidade dos lutadores irá derrotar esse setor que é contra a luta. Só assim poderemos construir um sindicato coeso, composto dos melhores ativistas da categoria, podendo de fato enfrentar os ataques da ECT e do governo Dilma. O futuro do sindicato depende da participação massiva da categoria, pois está em suas mãos o poder de decisão de como o sindicato funcionará. Ou terá a próxima gestão unitária e de Luta ou terá uma gestão fragmentada com pelegos nela. A decisão está em suas mãos.
