"NÃO TEM HISTÓRIA, É GREVE ATÉ A VITÓRIA!"
"CARTEIRO NA RUA, DILMA A CULPA É TUA",
"DILMA, QUE PAPELÃO! ESSA MP É A PRIVATIZAÇÃO".
A participação dos trabalhadores de Novo Hamburgo foi de grande importância, compareceram com empolgação e disposição de luta que contagiaram os pedestres que passavam. O ato virou manchete no jornal da cidade, inclusive com entrevista de moradores que apoiam a greve da categoria.
Jornal de Canoas, Rio Grande do Sul, publica reportagem sobre a manifestação dos trabalhadores dos Correios.
Por: Natália Alles e Gabriel Munhoz/Da Redação
Canoas
- Os funcionários das agências dos Correios da cidade mantiveram ontem a paralisação iniciada na quarta-feira e organizaram durante a manhã uma passeata pela Rua 15 de Janeiro, mobilizando também alguns trabalhadores de Esteio. De acordo com Alexandre Nunes, diretor do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos (Sintect), a greve atinge cerca de 75% do efetivo da área operacional e não há previsão de retorno às atividades. “A direção da empresa não fez nenhuma proposta, então a categoria deve continuar em greve enquanto não forem supridos nossos anseios”, afirma Nunes. O sindicato prepara novas mobilizações em Canoas para a próxima semana.
Os funcionários em greve pedem aumento real do salário, além de novas contratações. Segundo Nunes, seriam necessários 30 mil novas pessoas em nível nacional. “Queremos a revogação da Medida Provisória 532, que trata da privatização dos Correios”, salienta o diretor.
Populares apoiam protesto
Munidos de faixas e cornetas, trabalhadores dos Correios em greve caminharam pela 15 de Janeiro na manhã de ontem. Lentamente, acompanhados pela Brigada Militar e Agentes de Trânsito, protestavam e avisavam a população dos motivos da paralisação. Surpreso, o operador de empilhadeiras Sidinei dos Santos, 53 anos, parou para olhar o movimento. “Não sabia da greve, mas acho válido”, frisa. Em frente a agência dos Correios, onde acabou a manifestação, o aposentado Lourival da Silva, 62, aprovava o movimento. “Gosto de ver esse tipo de atividade, é um direito deles”, comenta.
Os funcionários em greve pedem aumento real do salário, além de novas contratações. Segundo Nunes, seriam necessários 30 mil novas pessoas em nível nacional. “Queremos a revogação da Medida Provisória 532, que trata da privatização dos Correios”, salienta o diretor.
Populares apoiam protesto
Munidos de faixas e cornetas, trabalhadores dos Correios em greve caminharam pela 15 de Janeiro na manhã de ontem. Lentamente, acompanhados pela Brigada Militar e Agentes de Trânsito, protestavam e avisavam a população dos motivos da paralisação. Surpreso, o operador de empilhadeiras Sidinei dos Santos, 53 anos, parou para olhar o movimento. “Não sabia da greve, mas acho válido”, frisa. Em frente a agência dos Correios, onde acabou a manifestação, o aposentado Lourival da Silva, 62, aprovava o movimento. “Gosto de ver esse tipo de atividade, é um direito deles”, comenta.
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