Passeata regional realizada na tarde em Passo Fundo reuniu mais de 80 manifestantes dos municípios que compõem a subsede.
Na tarde de ontem os servidores dos Correios que estão em greve, reivindicando melhorias de trabalho e salariais, realizaram uma passeata em Passo Fundo. Os manifestantes se reuniram em frente ao Centro de Distribuição e percorrem várias ruas da cidade até chegar em frente a agência central na Morom.
No ato estavam reunidos servidores de Passo Fundo, Erechim, Soledade, Carazinho, Marau e demais cidades que fazem parte do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Postais,Telegráficas e Similares do Rio Grande do Sul Sintect/RS, subsede Passo Fundo, reunindo cerca de 85 pessoas.
De acordo com o diretor do Sintect, subsede Passo Fundo, Cássio Menezes, a categoria está mobilizada e firme na causa. “Só vamos parar de manifestar, até termos a garantia de que seremos valorizados a empresa ameaça cortar o ponto e estender ainda mais a jornada dos trabalhadores que não estão paralisados, além de ameaçar dizendo que esta proposta é a última e que não irá mas negociar, porém nossa resposta está sendo com o fortalecimento da greve. Em todo o país, 34 dos 35 sindicatos de trabalhadores dos Correios estão paralisados”, afirma o diretor.
Vale lembrar que a emissão de uma nova fatura não pode ser cobrada, conforme norma aprovada pelo Banco Central (resolução 3.693/09) que proíbe a chamada "taxa de boleto". A cobrança já era considerada ilegal pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), pois as despesas relacionadas ao processamento da fatura são de responsabilidade do fornecedor e não devem ser repassadas aos consumidores.
Na tarde de ontem os servidores dos Correios que estão em greve, reivindicando melhorias de trabalho e salariais, realizaram uma passeata em Passo Fundo. Os manifestantes se reuniram em frente ao Centro de Distribuição e percorrem várias ruas da cidade até chegar em frente a agência central na Morom.
No ato estavam reunidos servidores de Passo Fundo, Erechim, Soledade, Carazinho, Marau e demais cidades que fazem parte do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Postais,Telegráficas e Similares do Rio Grande do Sul Sintect/RS, subsede Passo Fundo, reunindo cerca de 85 pessoas.
De acordo com o diretor do Sintect, subsede Passo Fundo, Cássio Menezes, a categoria está mobilizada e firme na causa. “Só vamos parar de manifestar, até termos a garantia de que seremos valorizados a empresa ameaça cortar o ponto e estender ainda mais a jornada dos trabalhadores que não estão paralisados, além de ameaçar dizendo que esta proposta é a última e que não irá mas negociar, porém nossa resposta está sendo com o fortalecimento da greve. Em todo o país, 34 dos 35 sindicatos de trabalhadores dos Correios estão paralisados”, afirma o diretor.
Carta Aberta
O sindicato também lançou uma carta aberta à população, que está sendo distribuída em todo o Estado.
“Afinal, quem é culpado pelos transtornos à população?
Há alguns anos, a população vem tendo problemas com o atraso da entrega das correspondências. Isso vem ocorrendo em virtude da política do governo federal e da ECT, que não realizaram concurso público nos últimos 3 anos. O objetivo foi sucatear os Correios para justificar o projeto de “modernização” da empresa, materializado na edição da MP-532, editada por Dilma e aprovada no congresso com o voto do PT, PCdoB, PMDB, etc.
Com essa medida, vão aumentar as terceirizações e piorar a qualidade da entrega.
Infelizmente, o governo do PT está conseguindo fazer aquilo que o FHC tentou fazer durante muito tempo. E o pior, ainda tenta jogar a culpa dos transtornos à população nas costas dos trabalhadores, ameaçando aqueles que dizem representar. Por isso, não aceitamos que seja atribuída a nossa mobilização a responsabilidade pelo o atraso das correspondências. a população sabe que os transtornos não começaram com a Greve. Na verdade, a nossa greve é a única maneira de pôr um fim nos problemas que atingem a população, pois exigimos a revogação da MP-532 e a reposição de 30 mil vagas por concurso público!
Não fazemos greve porque gostamos e sim porque necessitamos. Lutamos por um salário digno, isonomia nas funções, contratação de pessoal, reintegração dos ativistas demitidos, entre outros pontos. Nosso salário inicial é de R$ 807,00. Cada vez mais, trabalhamos para pagar dívidas e empréstimos! Por isso, a greve dos Correios é nacional. E a força da greve é produto da maior sobrecarga de trabalho de toda a história. Nós cansamos! Cansamos de trabalhar sem condições e sem a valorização merecida, ao mesmo tempo em que olhamos tanta corrupção e enriquecimento de um punhado de diretores, deputados, ministros, etc. Tudo às nossas custas.
Por tudo isso, pedimos à população que nos apóie. Essa greve não é justa somente para nossa categoria. É uma luta de toda a população para impedirmos a privatização dos Correios. Chamamos todas as entidades e movimentos sociais a apoiarem a nossa greve! Chega de sobrecarga, desrepeito e corrupção nos correios”.
A categoria permanece em greve até que a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos atendas as reivindicações. A empresa declarou que não irá negociar com os servidores enquanto a paralisação prosseguir.
Correspondências atrasadasCom a greve deflagrada os consumidores irão receber contas a pagar com atraso. Porém mesmo não sendo culpa do consumidor estas contas geram multa pelo atraso no pagamento. Para não ser surpreendido pelos juros e multas decorrentes disso, o consumidor deve planejar o pagamento das contas, observando a época em que elas costumam chegar. Se perceber que o prazo do vencimento está perto e o boleto não chegou, deve se antecipar e entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa emissora da conta e solicitar uma outra forma de pagamento como segunda via do boleto, sem os juros, entregue por e-mail ou fax, depósito bancário ou código de barra para pagamento em caixa eletrônico.O sindicato também lançou uma carta aberta à população, que está sendo distribuída em todo o Estado.
“Afinal, quem é culpado pelos transtornos à população?
Há alguns anos, a população vem tendo problemas com o atraso da entrega das correspondências. Isso vem ocorrendo em virtude da política do governo federal e da ECT, que não realizaram concurso público nos últimos 3 anos. O objetivo foi sucatear os Correios para justificar o projeto de “modernização” da empresa, materializado na edição da MP-532, editada por Dilma e aprovada no congresso com o voto do PT, PCdoB, PMDB, etc.
Com essa medida, vão aumentar as terceirizações e piorar a qualidade da entrega.
Infelizmente, o governo do PT está conseguindo fazer aquilo que o FHC tentou fazer durante muito tempo. E o pior, ainda tenta jogar a culpa dos transtornos à população nas costas dos trabalhadores, ameaçando aqueles que dizem representar. Por isso, não aceitamos que seja atribuída a nossa mobilização a responsabilidade pelo o atraso das correspondências. a população sabe que os transtornos não começaram com a Greve. Na verdade, a nossa greve é a única maneira de pôr um fim nos problemas que atingem a população, pois exigimos a revogação da MP-532 e a reposição de 30 mil vagas por concurso público!
Não fazemos greve porque gostamos e sim porque necessitamos. Lutamos por um salário digno, isonomia nas funções, contratação de pessoal, reintegração dos ativistas demitidos, entre outros pontos. Nosso salário inicial é de R$ 807,00. Cada vez mais, trabalhamos para pagar dívidas e empréstimos! Por isso, a greve dos Correios é nacional. E a força da greve é produto da maior sobrecarga de trabalho de toda a história. Nós cansamos! Cansamos de trabalhar sem condições e sem a valorização merecida, ao mesmo tempo em que olhamos tanta corrupção e enriquecimento de um punhado de diretores, deputados, ministros, etc. Tudo às nossas custas.
Por tudo isso, pedimos à população que nos apóie. Essa greve não é justa somente para nossa categoria. É uma luta de toda a população para impedirmos a privatização dos Correios. Chamamos todas as entidades e movimentos sociais a apoiarem a nossa greve! Chega de sobrecarga, desrepeito e corrupção nos correios”.
A categoria permanece em greve até que a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos atendas as reivindicações. A empresa declarou que não irá negociar com os servidores enquanto a paralisação prosseguir.
Vale lembrar que a emissão de uma nova fatura não pode ser cobrada, conforme norma aprovada pelo Banco Central (resolução 3.693/09) que proíbe a chamada "taxa de boleto". A cobrança já era considerada ilegal pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), pois as despesas relacionadas ao processamento da fatura são de responsabilidade do fornecedor e não devem ser repassadas aos consumidores.

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