A categoria de Correios vive uma Greve histórica, não só pelo seu tempo de duração, que já ultrapassou a Greve dos 21 dias onde pleiteávamos o adicional de 30%, mas porque na pessoa da Presidente Dilma temos a oportunidade de perceber mais claramente que o PT hoje em dia não representa mais a classe trabalhadora.
O Governo Dilma fez vistas grossas para o aumento absurdo dos Deputados no início do seu mandato, distribui promessas de bondade para países europeus; já para o trabalhador brasileiro só concede migalhas e ainda usa os meios legalistas para tentar oprimir e inibir a manifestação da classe trabalhadora. A Presidente Dilma e os dirigentes dos Correios se comportam como legítimos representates da burguesia. Agem como a velha direita conservadora que oprime o trabalhador e sai distribuindo discursos demagógicos na imprensa. Para os grandes empresários: tudo. Para os trabalhadores: opressão e arrocho salarial.
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Diante da truculência do governo, a melhor resposta que poderíamos ter dado foi o ato que reuniu milhares de trabalhadores em Brasília, numa demonstração clara de que não se intimidam frente a tentativa de desmobilização articulada entre a empresa e os pelegos da FENTECT.
Os trabalhadores tomaram as ruas, tomaram a FENTECT, garantiram uma assembléia e fizeram valer a vontade da maioria que é soberana. É Greve até a Vitória!
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